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Amortizar ou investir? O que priorizar em um planejamento financeiro?

Equipe Monetus
           

Grande parte da população brasileira direciona uma parcela significativa de sua renda ao pagamento de dívidas.

Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), o percentual das famílias brasileiras com algum tipo de dívida subiu de 59,8% em dezembro de 2018 para 60,1% em janeiro de 2019.

Sejam elas dívidas de financiamento, empréstimo ou até mesmo frutos do uso descontrolado do cartão de crédito, é importante pensar sobre estratégias de amortização.

Em uma geração que precisa se preocupar com o futuro, surge, naturalmente, o interesse de investir. Mas, como fazer investimentos com tantas pendências financeiras?

Neste caso, é melhor amortizar ou começar a investir?

Antes de mais nada, vamos entender alguns pontos:

O que significa amortizar?

Amortização é a redução do total da sua dívida.

Resumindo, quando você realiza o pagamento das parcelas, está amortizando o seu saldo devedor! Em toda dívida, existe a cobrança dos juros e por isso, as parcelas são geradas com valores maiores que o da amortização.

Portanto, o valor a ser amortizado (A) é o valor do pagamento da parcela (PMT) descontando os juros incidentes (J).

Ou seja, A = PMT – J.

Quais são os sistemas de amortização existentes?

A amortização de dívidas pode acontecer de inúmeras formas. Sendo o principal objetivo quitar um empréstimo ou financiamento, o cálculo das parcelas e sua forma de pagamento acontecerão através de um dos sistemas citados abaixo. Confira:

SAC

O Sistema de Amortização Constante pode ser vantajoso para muitas pessoas já que, como o próprio nome diz, as amortizações são sempre de mesmo valor, sem surpresas no resultado.

Para que as amortizações sejam constantes, o valor das parcelas, bem como os juros da operação, reduzem ao longo do tempo.

Sistema Price

Neste modelo, as parcelas são constantes.

Segundo a fórmula, para que isso aconteça, o que ocorre é uma redução dos juros incidentes e um aumento do valor a ser amortizado ao longo do tempo.

Sistema Americano

Este é um tipo de quitação de dívida que favorece aqueles consumidores que desejam realizar o pagamento do saldo devedor em uma única parcela, ao final do prazo de pagamento.

Porém, neste caso, os juros são constantes. Sendo necessário pagá-los periodicamente, para que eles não sejam capitalizados juntamente com o valor principal.

Para ficar por dentro de qual modalidade será utilizada na amortização, é importante estar à par das cláusulas contratuais.

Por que não devo investir e amortizar ao mesmo tempo?

A resposta é simples: grande parte dos investimentos, principalmente os de baixo risco, oferecem rentabilidade inferior às taxas de juros cobradas pelas dívidas.

Por este motivo, precisaríamos ter uma carteira estruturada com alta exposição ao risco para conseguirmos rendimentos superiores aos juros anuais das dívidas.

Lembrando que, ao aplicar em investimentos arrojados, nem sempre podemos contar com o resultado positivo no final do período, devido à alta volatilidade. O que significa que seu risco de inadimplência aumentaria (e muito!).

E como começar?

Agora que você já entende a importância de amortizar suas dívidas, o próximo passo é montar um plano de amortização.

planejamento pessoal

Isso quer dizer que é importante definir valores mensais a serem separados exclusivamente com o objetivo de quitação das suas dívidas em um prazo menor. Assim, você evitará o efeito negativo dos juros compostos!

Se você ainda não sabe exatamente como amortizar suas dívidas, liberar o orçamento e poder investir, peça auxílio a um assessor especialista!

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