Carteira de investimentos: como montar a sua?

Vitor Tito

Uma carteira de investimentos é composta pelos ativos (títulos e ações, por exemplo) aplicados por um investidor, com o objetivo de fazer com que o seu dinheiro renda. Mas escolher em que aplicar não é uma tarefa das mais simples. As opções são muitas e, para fazer sábias escolhas, é preciso estar bem alinhado com as suas metas financeiras pessoais.

Como montar uma Carteira de Investimentos?

Estabeleça objetivos

Não faz sentido montar a sua carteira de investimentos sem saber o porquê de estar aplicando. É preciso ser específico, estabelecer um objetivo como “quero ser rico” não lhe dará boas coordenadas para investir com segurança e precisão.

É estabelecendo objetivos claros que você terá uma base para acompanhar com consciência o rendimento de seus investimentos. Portanto, tire um tempo para pensar em quais são as suas carências patrimoniais e suas ambições.

Normalmente, as aplicações são realizadas para acumular uma quantidade específica de capital, para que seja possível partir para outro tipo de investimento.

Dar entrada em um imóvel, comprar um carro ou realizar a viagem dos sonhos são bons exemplos de objetivos.

Defina seus prazos

Após estabelecer os seus objetivos, é necessário estabelecer qual deles você deseja alcançar primeiro. A importância de definir prazos é que, dessa maneira você conseguirá focar com mais determinação nos seus propósitos.

Nesse processo, o natural é que suas metas sejam distribuídas em curto (realizadas em menos de um ano), médio (realizadas em menos de 5 anos) e longo prazo (realizadas em mais de 5 anos).

Exemplos de investimentos que se encaixam nas metas para curto prazo são os CDB e alguns tipos de ações. Os investimentos que se encaixam em metas de médio prazo são os LCI e o Tesouro Direto. Já os que se encaixam nas metas para longo prazo são as ações e os fundos.

Descubra qual é o seu perfil

Um passo essencial para montar a sua carteira de investimentos é descobrir o seu perfil como um investidor. Essa representação é baseada na tolerância sobre os riscos que um investidor é capaz de suportar.

O risco de uma aplicação consiste na insegurança sobre o retorno que aquele investimento pode ou não dar. No entanto, as aplicações mais arriscadas, apesar de mais incertos, são as que prometem os retornos mais atrativos.

Baseadas nesses fatores, existem três categorias principais de perfis: o investidor agressivo (prefere aplicar em investimentos mais arriscados), o moderado (balanceado) e o conservador (prefere aplicar em investimentos menos arriscados).

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Utilize ferramentas para investimentos

Para montar uma carteira de investimentos bem estruturada é recomendável que se utilize algumas ferramentas para isso. Elas podem ser manuseadas por qualquer tipo de investidor, mas sobretudo para aqueles que estão iniciando na área e ainda estão um pouco perdidos, sem saber por onde começar.

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