Planejamento financeiro: qual a importância de planejar as finanças?

Julio Vazzano

Final de ano, férias chegando, e aquela viagem que desde o último réveillon você vem preparando…Vai ter de esperar mais um ano. Se você já se viu em uma situação parecida com essa, sabe que realizar o planejamento financeiro familiar é algo crucial, mas não banal. Logo, é fundamental colocar suas finanças na “ponta do papel”, pois isso mostrará em qual proporção e para onde vai seu dinheiro. Essa conduta vai fazer com que você tome as melhores atitudes de investimento.

Lembre-se, a organização financeira é essencial para se alcançar mais fácil um objetivo. Não bastasse isso, ela também te fortalece para lidar com contextos inesperados, além de poder otimizar o seu lazer. Assim, o planejamento familiar irá te estruturar para enfrentar as mais diversas situações.

Por todas essas coisas, atenção: para realizar um bom controle financeiro é importante estar ciente de alguns erros bastante comuns na hora de investir seu capital. Acompanhe, então, como evitá-los, para que você otimize suas finanças, realize os melhores investimentos e cumpra suas metas!

Registre suas despesas

Um erro bastante comum no planejamento familiar diz respeito ao modo de registro, que muitas vezes se dá sem a devida caracterização dos gastos, além de ser feito a punho, com caneta e papel.

Para contornar isso, você pode lançar mão de ferramentas digitais, que proporcionam facilidade e rapidez para registrar seus gastos e separá-los em categorias. Além disso, essas ferramentas podem otimizar o processo de análise de seu consumo, chegando a apresentar gráficos e tabelas. Mas calma, mais adiante discutiremos um pouco sobre isso.

Portanto, além de registrar devidamente, é importante definir seus gastos em categorias. Uma maneira é separando-os em  fixos e variáveis. Porém, tenha sempre em mente que os gastos fixos não são tão fixos assim, e podem sofrer variações.

Trace seus objetivos

A falta de objetivos em curto/médio/longo prazo é um equívoco que pode acabar com seus esforços. Em primeiro lugar, o objetivo é um estímulo para que você mantenha a disciplina. Em segundo lugar, é o objetivo que transformará o esforço do planejamento financeiro em uma conquista.

Lembre-se que os objetivos de curto prazo dizem respeito a questões imediatas, a ser realizadas em intervalos de aproximadamente um ano, como as viagens. Já os de médio prazo são aqueles como a compra de uma casa nova, um carro novo. Finalmente, os de longo prazo dizem respeito à sua aposentadoria. A ideia, aqui, é que quanto mais cedo você começa a juntar seu dinheiro, mais ele trabalhará por você.

Desse modo, ter com clareza o que se quer é essencial para transformar sua realidade financeira e atingir seus propósitos. Tenha em mente que os objetivos a curto prazo auxiliarão os de médio prazo e que estes, por sua vez, farão o mesmo com os de longo prazo.

Faça uma reserva

Ainda que com os objetivos em mente e “no papel”, é prudente lembrar que imprevistos existem. Por isso, estipule um valor para sua reserva e decida onde a guardar.

Para o valor, o ideal é que você tenha, ao menos, seis meses da sua renda líquida. Ele servirá para as despesas inesperadas, como algum acidente, perda de emprego, etc. Esse valor é um valor mínimo, portanto, se for possível, não hesite em aumentá-lo.

Ao iniciar o processo de fazer uma reserva é comum optar por guardar o dinheiro na poupança. Entretanto, há outras alternativas, como o Tesouro Direto, e outros investimentos com liquidez diária e risco muito baixo. O importante é deixar o dinheiro da reserva separado em um local só para ele.

Analise seu planejamento financeiro

Uma vez com o registro de seus gastos, é hora de analisá-los. Defina, de antemão, a periodicidade com que irá fazer isso, de acordo com seus objetivos. A análise é peça chave na gestão financeira, pois ela te possibilitará tomar as melhores decisões de investimento. Logo, não deixe de realizá-la, pois ela dará sentido ao seu projeto.

Além disso, a análise vai te permitir definir quais são os gastos prioritários e quais os de segunda importância. Isso te permitirá coisas incríveis, como estabelecer um orçamento mensal para os gastos prioritários. Somado a isso, você também saberá onde está gastando desnecessariamente, inclusive com relação aos juros de parcelamentos excessivos.

Por isso, não negligencie a boa análise. Além de tudo, ela te mostrará objetivamente quais mudanças sofreram os gastos “fixos”, possibilitando a você fazer futuras previsões e, principalmente, se preparar para isso.

Ao se atentar para essas questões, você conseguirá fazer um bom planejamento. Isso te permitirá investir bem seu dinheiro, para que você realize seus sonhos e desejos, tanto os imediatos quanto os de longo prazo!

Bom, agora que você aprendeu a como evitar erros comuns no planejamento financeiro, que tal fazer um comentário no blog sobre uma experiência que você já teve com a organização de suas finanças?

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