Títulos Privados: Quais são as vantagens e riscos na hora de investir?

Por Vitor Tito

Com a baixa rentabilidade da poupança nos últimos anos, encontrar melhores títulos tem sido cada vez mais comum. Os principais são os títulos privados (CDBs, LCIs, LCAs), e os títulos públicos (Tesouo Direto).

Essas são as opções mais utilizadas por quem quer ter melhores rentabilidades, mas sem aumentar o risco do portfólio de investimentos.

Ainda assim muito se questionam sobre os riscos que esses investimentos em títulos carregam. Investir em títulos privados tem sido uma opção alternativa para quem quer possuir a segurança de aplicar em renda fixa.

Adicionalmente, tem um rendimento maior do que o oferecido pela caderneta de poupança.

O que são títulos privados?

Os títulos privados são aqueles emitidos por bancos de investimento para captar dinheiro do público. Eles tem uma rentabilidade acordada entre as partes.

Os Certificados de Depósito Bancarios (CDB) são o tipo mais comum, mas muito se fala também de Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Agrícola (LCA). Eles são remunerados com base num percentual do Certificado de Depósito Interbancário, o CDI. Essa é a taxa usada nos empréstimos entre os próprios bancos. O CDI é um índice atrelado à taxa Selic, que é definida pelo Banco Central do Brasil.

Na prática, esses títulos podem ser considerados um “empréstimo para o banco”. Esse, por sua vez, empresta o valor captado para outras pessoas, com uma taxa de juros maior, para poder ter lucro. Essa diferença entre a taxa de captação e a de empréstimo é chamada de spread bancário.

Além de contribuir para a lucratividade da instituição, o spread também serve para compensar o risco de inadimplência de quem toma empréstimo do banco.

Como investir em CDB, LCI ou LCA?

A pessoa pode investir em títulos privados diretamente no banco de investimento em que possui conta, ou através de corretoras e gestora de investimentos.

Bancos de investimentos

Bancos grandes têm facilidade para captar dinheiro através de suas agências, e oferecem um percentual de remuneração do CDB em torno de 80% do CDI. Bancos menores e Bancos Digitais tem, recentemente, oferecido uma rentabilidade superior, que pode ultrapassar 95% do CDI.

Isso porque eles precisam oferecer prêmios de risco maiores dado que não são tão sólidos ou consistentes quanto bancos grandes, e buscam financiar seu crescimento.

Corretoras

Corretoras oferecem estes produtos com rentabilidades variadas. Elas remuneram-se através do spread, comprando títulos de banco e repassando para os clientes com rentabilidades um pouco menores. Gestoras de recursos também podem oferecer títulos de várias instituições.

A vantagem de aplicar por meio de uma plataforma de investimentos é que a facilidade de aplicar, sem burocracia e com taxas e custos claros. Nesses casos, não é necessário ter conta em um banco para investir em um CDB deste banco.

Na hora de investir em títulos privados, a pessoa deve prestar atenção se ele é pré ou pós-fixado. Isso significa saber se a remuneração é definida no ato da aquisição ou  no vencimento do título, com base em algum indexador, como o CDI do período.

Há incidência de IR em títulos privados?

Diferentemente da caderneta de poupança, que é isenta do Imposto de Renda, o CDB tem incidência de IR, com base em uma tabela regressiva válida para grande parte das aplicações de renda fixa.

As alíquotas do IR sobre os rendimentos brutos do CDB são as seguintes:

  • 22,5% (até 180 dias)
  • 20% (de 181 até 360 dias)
  • 17,50% (de 361 até 720 dias)
  • 15% (acima de 720 dias)

No caso de LCIs e LCAs, não há cobrança de IR. Por isso eles são melhores? Não necessariamente. Vai depender da taxa de rentabilidade dessas aplicações.

No caso do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), regastes de títulos privados com 30 dias ou mais são isentos desse tributo. Resgates anteriores à 30 dias tem uma taxa regrassiva que é zerada após o periodo.

Quais os riscos de investir em títulos privados?

Os riscos atrelados aos investimentos em CDB, LCI, LCA e outros títulos privados estão atrelados à instituição bancária. O que isso quer dizer?

Que o risco está atrelado à capacidade do banco honrar o compromisso do investimento. Mas não é pra ficar ansioso. Há uma regulação forte do Banco Central, com auditoria e emissão de relatórios para saber a saúde dessas instituições. Além disso, há uma espécie de seguro que protege o investidor.

No Brasil existe o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), uma entidade privada formada pelas instituições financeiras que ressarce o investidor em até R$1 milhão de reais, limitado à R$ 250 mil por CPF e por instituição em caso de inadimplência do banco.

Quer saber mais sobre como investir em títulos privados  e outras aplicações? A Monetus é a gestora profissional que torna muito mais prática e rentável a sua rotina de investimentos!Com a baixa rentabilidade da poupança nos últimos anos, encontrar melhores títulos tem sido cada vez mais comum. Os principais são os títulos privados (CDBs, LCIs, LCAs), e os títulos públicos (Tesouo Direto).

Essas são as opções mais utilizadas por quem quer ter melhores rentabilidades, mas sem aumentar o risco do portfólio de investimentos.

Ainda assim muito se questionam sobre os riscos que esses investimentos em títulos carregam. Investir em títulos privados tem sido uma opção alternativa para quem quer possuir a segurança de aplicar em renda fixa.

Adicionalmente, tem um rendimento maior do que o oferecido pela caderneta de poupança.

O que são títulos privados?

Os títulos privados são aqueles emitidos por bancos de investimento para captar dinheiro do público. Eles tem uma rentabilidade acordada entre as partes.

Os Certificados de Depósito Bancarios (CDB) são o tipo mais comum, mas muito se fala também de Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Agrícola (LCA). Eles são remunerados com base num percentual do Certificado de Depósito Interbancário, o CDI. Essa é a taxa usada nos empréstimos entre os próprios bancos. O CDI é um índice atrelado à taxa Selic, que é definida pelo Banco Central do Brasil.

Na prática, esses títulos podem ser considerados um “empréstimo para o banco”. Esse, por sua vez, empresta o valor captado para outras pessoas, com uma taxa de juros maior, para poder ter lucro. Essa diferença entre a taxa de captação e a de empréstimo é chamada de spread bancário.

Além de contribuir para a lucratividade da instituição, o spread também serve para compensar o risco de inadimplência de quem toma empréstimo do banco.

Como investir em CDB, LCI ou LCA?

A pessoa pode investir em títulos privados diretamente no banco de investimento em que possui conta, ou através de corretoras e gestora de investimentos.

Bancos de investimentos

Bancos grandes têm facilidade para captar dinheiro através de suas agências, e oferecem um percentual de remuneração do CDB em torno de 80% do CDI. Bancos menores e Bancos Digitais tem, recentemente, oferecido uma rentabilidade superior, que pode ultrapassar 95% do CDI.

Isso porque eles precisam oferecer prêmios de risco maiores dado que não são tão sólidos ou consistentes quanto bancos grandes, e buscam financiar seu crescimento.

Corretoras

Corretoras oferecem estes produtos com rentabilidades variadas. Elas remuneram-se através do spread, comprando títulos de banco e repassando para os clientes com rentabilidades um pouco menores. Gestoras de recursos também podem oferecer títulos de várias instituições.

A vantagem de aplicar por meio de uma plataforma de investimentos é que a facilidade de aplicar, sem burocracia e com taxas e custos claros. Nesses casos, não é necessário ter conta em um banco para investir em um CDB deste banco.

Na hora de investir em títulos privados, a pessoa deve prestar atenção se ele é pré ou pós-fixado. Isso significa saber se a remuneração é definida no ato da aquisição ou  no vencimento do título, com base em algum indexador, como o CDI do período.

Há incidência de IR em títulos privados?

Diferentemente da caderneta de poupança, que é isenta do Imposto de Renda, o CDB tem incidência de IR, com base em uma tabela regressiva válida para grande parte das aplicações de renda fixa.

As alíquotas do IR sobre os rendimentos brutos do CDB são as seguintes:

  • 22,5% (até 180 dias)
  • 20% (de 181 até 360 dias)
  • 17,50% (de 361 até 720 dias)
  • 15% (acima de 720 dias)

No caso de LCIs e LCAs, não há cobrança de IR. Por isso eles são melhores? Não necessariamente. Vai depender da taxa de rentabilidade dessas aplicações.

No caso do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), regastes de títulos privados com 30 dias ou mais são isentos desse tributo. Resgates anteriores à 30 dias tem uma taxa regrassiva que é zerada após o periodo.

Quais os riscos de investir em títulos privados?

Os riscos atrelados aos investimentos em CDB, LCI, LCA e outros títulos privados estão atrelados à instituição bancária. O que isso quer dizer?

Que o risco está atrelado à capacidade do banco honrar o compromisso do investimento. Mas não é pra ficar ansioso. Há uma regulação forte do Banco Central, com auditoria e emissão de relatórios para saber a saúde dessas instituições. Além disso, há uma espécie de seguro que protege o investidor.

No Brasil existe o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), uma entidade privada formada pelas instituições financeiras que ressarce o investidor em até R$1 milhão de reais, limitado à R$ 250 mil por CPF e por instituição em caso de inadimplência do banco.

Quer saber mais sobre como investir em títulos privados  e outras aplicações? A Monetus é a gestora profissional que torna muito mais prática e rentável a sua rotina de investimentos!

Categoria: , , ,

Simplicidade, rentabilidade e segurança.

Descubra como é fácil investir com a Monetus.

Comece agora